Falando sério: Caos e decadência: isso é Belém.

Belém está jogada às traças. E à lama, lixo, descaso e incompetência. Brigam tanto para ganhar eleição, para conseguir “um cargo”… E depois fazem isso… Vergonha!

O caos do trânsito faz vítimas todos os dias, mas a CTBel parece “amarrada” à

inoperância contagiosa dessa administração que me dá nos nervos. Isola, pé de pato, mangalô dez vezes!

(Um lembrete: conheço Ellen Margareth de outros tempos. Sempre a soube proativa e produtiva e isso aqui não é pessoal…Apenas necessário.)

A CTBel está como tudo o mais na PMB, será que tem jeito?

Se a empresa fabricante das lâmpadas dos semáforos enviou material impróprio, se o estoque acabou, se só existem duas fabricantes…O que é que nós temos a ver com isso? Nada! Quem administra que cuide. E cuide direito, é para isso que lá estão.

Lembra da delegada que disse praticamente que o cidadão sequestrado quando tomava água de côco não devia ficar alí? Pois é, ele foi o culpado e nós ‘devemos é ficar em casa, por causa do bandido ou da falta de semáforos! 

Ontem morreu um PM, à toa. Morte no trânsito, morte burra para quem passa a vida trocando balas com bandidos. Burra, desnecessária.

Pode ter sido fatalidade? Pode. O ônibus pode ter avançado, pode ter sido um acidente inevitável mas, não por coincidência, os dois semáforos daquele cruzamento (Manoel Barata com Assis de Vasconcelos) estão problemáticos: um completamente apagado, o outro bloqueado pelas folhas de uma mangueira. E não é de hoje.

(Se fosse advogada, ofereceria meus serviços “pro-bonno” para a família desse PM, contra a PMB, cuja incompetência colaborou para sua morte. Mas não adianta sangrar apenas os cofres do munícípio, tem ir na veia de quem é responsável. Assim, quem sabe pensem melhor antes de deixar as coisas ao Deus dará?)

Fica a idéia. E ao morto, meu respeito. E que descanse em paz.

Portanto, duas mancadas que judaram a matar o PM. Isso tem culpados, gente! Como não? Não cobram tudo no IPVA, Renavam e sei lá mais o quê? Então.

São cul-pa-dos, mesmo os (ou as) que estiverem lá, nos seus gabinetes refrigerados e cafonas. CULPADOS!

Culpados por serem incompetentes.

Dizer para os “condutores terem prudência” nesse cenário de balbúrdia, não foi uma infelicidade, foi  um acinte! Antes da CTBel esperar prudência, a gente espera eficiência.

Vestir a farda dia de festa, não basta.

(Deixa respirar…Cadê meu livro do Gaiarsa? )

Ontem, a confusão na rua era tanta que resolvi deixar o carro no shopping e circular a pé para resolver as coisas que precisava.  O trânsito era “O” caos… Uma confusão e nenhum representante da CTbel para ajudar. Entretanto…Os sinais podem estar esperando por manutenção, mas a máquina que produz dinheiro para os cofres da PMB  é azeitada.

Na foto, o guincho faz a féria do dia, na Padre Eutíquio.

Na esquina, o sinal estava apagado, mas o guincho...Quanta diferença. Quem dera que a PMB tivesse essa eficiência! (E não estou defendendo motorista errado, não, viu?)

O motorista está errado, é claro. E tem mais é que punir quem pisa na bola. Mas porque os demais departamentos não têm essa eficiência?

Do outro lado da Padre Eutíquio…calçadas devastadas, imundas…A decadência ronda o shopping e a casa da gente.

Calçadas lajotadas (?), imundas e escorregadias. Isso pode? Desde quando, Creuza?

Belém está ficando assim, com esse aspecto decadente, as calçadas esburacadas e sujas, tudo com cara de gambiarra que lembra aquelas regiões de cais, abandonadas...Mas é no centro, na cidade inteira. Quer pior? Reduto! Um antro imundo e esquecido. Vou mostrar, logo,logo.

E quem pune os administradores quando eles é que pisam na bola e deixam Belém nessa situação?

(Pausa)

Mas…Falando em decadência…

Eu sei, estou virando “A Chata” com essas coisas…Estive no shopping, (OK, adoro sim, e daí?) na tarde em que The Padre Marcelo, o primeiro mas não o único, estava no concorrente. Menina…O cara esvaziou a cidade. A praça de alimentação do antigo Iguatemi (posso falar esse nome?) ficou, literalmente, às moscas. Daí, com tanto espaço, pude anotar uma coisas que acho “uó”, como diria Rejane, a Barros- of course.

Seguinte, dois pontos. Quando a gente faz um cursinho Wallita de 5S – introdução naquele negócio japonês que chamavam de Qualidade Total – aprende-se que papel pregado na parede, excesso de placas, avisos e esses pinduricalhos que alguns adoram espalhar; são lixo visual. Algo que pode transformar qualquer bom negócio  em algo que lembra periferia de rodoviária vizinha ao cais do porto. Ou coisa pior.

Tudo começa com um  gerente que resolve levantar o faturamento e acha que “banner” vende até comida azeda. Daí ele também quer vender o chopp, o pastel, a pizza e a coisa acaba mal.

Olha a foto…Não fica horrível, esse monte de cavaletes com banners,  praga presente até em festas respeitáveis e que infesta praças de alimentação? Ah, a tarja preta é só para preservar o nome do local… E meu lombo, claro, que não tenho grana para advogados.

Com todo respeito (ou pelo menos algum), está na hora de rever essas práticas de mau gosto – a gente é pobre, mas é limpinha!

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