Só para refrescar a memória.

 
Em 2008, a vereadora Vanessa Vasconcelos já incluía a doméstica…

 

Incluir doméstica, motorista ou parentes em folha de pagamento do legislativo é coisa velha.

Como a gente não tem memória mesmo, garanto que quase ninguém lembra
quem é a doméstica Maria do Carmo Oliveira Viégas.

Ela levava a vida de toda empregada que “dá o batente” na casa dos patrões bonzinhos, depois de chacoalhar no busão lotado.

Só que a patroa da Maria tinha lá seus maus bofes e nesse dia, em especial, estava para poucos amigos.

Maria chegou atrasada, levou bronca e cartão vermelho. Tudo correu na
normalidade dessa rotina de entre-e-sai da casa dos outros. No dia 2
de abril de 2009 ela recebeu “as contas” e foi batalhar outro emprego.

Mas no meio da rotina tinha uma vizinha . Como toda vizinha que se
preza sabe “das coisas”, a da Maria ainda por cima era funcionária do
Ipamb, que pra quem não sabe, é mais ou menos o  Igeprev de Belém,
estamos entendidos.

A vizinha deu o serviço completo: Maria constava na folha de
pagamentos da nobre (nobre?) Câmara Municipal de Belém, lotada como
Secretária da ex-patroa, a tal vereadora Vanessa Vasconcelos,  que
além disso também era (ainda é) Oficial da PM.

Ou seja, uma mulher que deveria saber o que é legal e moral desde
pequenina, então tá.

Caiu a ficha da Maria. Foi aí que ela entendeu a razão do maridão da
vereadora, o também Oficial PM Arthur Rodrigues de Moraes tê-la feito
assinar uma procuração (com plenos poderes). Era para receber os
vencimentos da Maria, cujos sonhos nunca haviam chegado a tanto:
Secretária na Câmara, que coisa! Desde 28 de fevereiro de 2008 o
ex-patrão recebia o salário que saía em seu nome, pobre da Maria.

Bem, a história agora vocês já devem ter lembrado, acabou em pizza e
só a Maria não comeu. Nobre vereadora Vanessa negou tudo, marido
também; os documentos eram para a Maria receber cesta básica – sempre
a cesta básica, essa famigerada – e poder usar a assistência médica do
Ipamb – onde quase foi barrada. Foi para ajudar a tratante da Maria,
mal agradecida!

Fico aqui matutando porque muitos (muitos, mesmo!) políticos ( e seus
assessores) não se conformam com o que ganham (que já é muito)  e
passam a praticar qualquer ilícito para ir “engordando” os
vencimentos… Ninguém dá valor à própria reputação, como se só
otários pudessem perder a chance de “levar algum”. Isso tem nome: é
roubo.

Robgol incluiu irmãos que nunca estiveram em Belém, uma vergonha para
os torcedores, esse “senhor”, como diria a competente e dedicada você
sabe quem.

Eu diria que é muito macho quem resolver identificar um a um os nomes
da folha de pagamento da Assembléia Legislativa. E da Câmara
Municipal, porquê não?

Na Assembléia existia até recentemente, servidor temporário (!) cedido
para um Tribunal, com ônus para ambos (!!!). Isso ainda vai aparecer ,
segundo minha fonte.

A bandalheira com Vales-refeição é prática comum. Também com
vale-combustível… Isso é fato. E não é restrita à Assembléia,
nana-nina-não.

Na casa de leis do município, já estão tomando providências, uma vez
que as barbas (bigodes e outras coisinhas) já estão de molho. Fica a
pergunta: Quem será a Mônica da Câmara Municipal?

Um vale-empada para quem descobrir!

Leia mais sobre o caso Vereadora Vanessa em
http://www.gterra.com.br/politica/vereadora-nomeia-domestica-na-camara-11199.html

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1 comentário (+adicionar seu?)

  1. Anônimo
    out 13, 2011 @ 14:33:10

    essa vanessa nao tem jeito mesmo.á um tempo atras ela estava enrolada com com a situaçao da ex empregada dela mais nao durou muito tempo ela ja estava aprontando de novo junto a um rapaz chamado edimar que trabalhava ou trabalha no hospital abelardo santos na area administrativa do mesmo mais ligado a compras para o hospital e aproveitando o cargo que ele exercia ele passou a mao em varias cadeiras de rodas que seriam de uso do hospital .nesta epoca ela era candidata a deputada federal e ele visando um interesse maior trabalhou na campanha dele tirando do povo necessitado e de um hospital em decadencia para beneficiar os interesses politicos.as cadeiras eram escondidas dentro do estoque de sua loja uma loja ortobom localizada na br 316 ao lado da apeu motos.sendo que os funcionarios dele viam o entra e sai de cadeiras de roda e a propria vanessa e seu esposo indo buscar as cadeiras para serem distribuidas para os interiores do para. .ou seja ,pela epoca da eleiçao ele ainda era funcionário do hospital e por la conseguiu esses beneficios como se fosse para o hospital.isso e uma pouca vergonha.

    Responder

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