O que importa é celebrar!

Adoro Casamentos!                                      

Não existe ser humano que em algum momento, mesmo em passado remotíssimo, não tenha pensado em brindar um grande amor com a maior prova que a paixão é avassaladora: Casar-se.

Desejar estar ao lado do outro pela manhã, quando só os globais são encantadores; dividir os maus momentos, já que os bons são moleza – não existe declaração de sentimento maior. Que sobrevive, sim, mesmo quando o divórcio chega e a gente cai na armadilha de descer ao nível mais reles e  repartir as tralhas e – isola pé de pato, mangalô três vezes – pode cometer o despautério de trocar farpas e injúrias.

Que feio! Depois… Passa. (Quando ambos estiverem namorando, felizes!)

Fica então aquela boa recordação, já que pessoas inteligentes apagam da memória (do note e do Facebook inclusive) tudo que não valha a pena ser lembrado, amém.

Todo casamento é para sempre, não importa o quanto dure, essa é a verdade.

E por que não comemorar, com a pompa e a circunstância que o momento exige? Por causa daquelas pessoinhas medíocres que comentarão despeitadas, “De novo?”? Ou você ainda não tem certeza de que ‘esse’ será para sempre?

Ora, vá logo reservando o salão!

As criaturas infelizes vão falar de qualquer modo.  As encalhadas, as que não casaram uma “vezinha” sequer, são as que mais se incomodam com quem é feliz. É compreensível, não? Elas lá, numa secura to-tal e você aí, lindésima, distribuindo sorrisos e convitinhos…Releve, meu bem, releve.E ore para Santa Rita que é chique, poderosa e merece, viu?

Pode anotar: nin-guém tem certeza se o “sempre” vai durar mais que o barzinho da hora ou o botox da Marta Suplicy – que aliás já tentou algumas vezes.

Os chipanzés, os golfinhos, os leões da montanha, Romeu e Julieta, John Lennon e Yoko, os cowboys de Brokeback Mountain, a Ellen de Generis e a Anne Heche, e até Charles, um quiabo, e Camilla Sem-Graça; a Luana Piovani  e Rodrigo Santoro, a Luana Piovani e Dado Dolabela, a Luana Piovani e o Ricardinho Mansur… E o Rodrigo Hilbert, e o Marcos Palmeira, e o Caco Ricci, e o Paulinho Vilhena, e o Cristiano Rangel , e o Guilherme Fontes (ninguém é perfeito!), e o João Paulo Diniz, e o… (Jesus! Sei que tem um apelido… Pluto? Rintintin…Não… Ah, Scooby! Ufa! (Afila anda!Mas pra ela anda numa velocidade…Só embarcando nesses ‘aviões’, não é mesmo?)

O certo é que todos, um dia, se apaixonaram. Nós também, não é?

Se já encontrou alguém que balança a cristaleira e faz sua pele ficar di-vi-na… Aproveite! Quem ou o que é, só diz respeito a você, acredite!

Que importa se você está um tiquinho madura para um vestido branco com um baita véu? Se for seu sonho, embarque. O que vão pensar, não interessa.

Tanto faz se o casamento dos seus sonhos inclui uma produção estilo Vegas com Elvis Presley cover como testemunha. Um luau, com tochas e muitos abacaxis. Uma daquelas superproduções dignas de duas páginas sociais, cascatas de bem casados, ficha técnica de tudo que você comprou, muita inveja e outros ti-ti-tis.

Uma reunião íntima, com os amigos mais chegados dançando todas dos anos oitenta e muitos beijos rolando no salão.

Ou se você continuar namorando e ficando, sem se preocupar se vai ser na sua ou na casa dele. Casamento é isso, é estar de bem, com alguém, do jeito que preferirem.

O que importa é o que vocês querem apesar do cerimonial, do preço do bacalhau e daquela banda que agora “se acha”.

Parodiando Ang Lee, o amor é uma força da natureza. O resto? Não tem a menor importância. Tim-tim!

(Publicado em setembro de 2007, no antigo blog)

 

 

 

 

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