Adoro muito…

Olha o charme da fronha!!! Não é muito “cute-cute” a minha gatita?

Bruna, minha linda.

Dorme com a cabeça no travesseiro!

Ela tem berço de metal, antiguinho.

A minha Tuttipani

Gente… QUEM PRECISAR DO MANUAL, PEÇA DIRETAMENTE PARA veracascaes@gmail.com   OBRIGADA.

Ganhei uma máquina de fazer pão, da Malory e estou amando a brincadeira. (Pena que engorda…)

 

Já fiz pães maravilhosos e até esse bolo, da foto, daqueles de caixinha ( Coco, Dr. Otker) ficou incrível.

Coloquei primeiro os ingredientes úmidos, depois acrescentei um pacote de 50g de coco ralado, mais uma colher bem cheia de manteiga, do que a receita manda e…

Nada de louça para lavar, nem de batedeira para limpar…Uma maravilha!Image

O pão, então, é mágico: joga-se tudo dentro e três horas depois está assado, quentinho, ma-ra-vi-lho-so!

Essa semana vou fazer um, bem gostoso e levar para meus primos, Beth e Roberto, que me presentearam com

a máquina que ainda estava na embalagem, um pouco esquecida.

Valeu, primos!

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De volta…

Aos poucos estou voltando à blogosfera. Lentamente. Como quem reaprende a andar, a abotoar a camisa.

Minha reforma -que acabou mudando minha rotina e me impedindo de fazer o que mais gosto- está nos últimos detalhes. Que se arrastam, é verdade, contra meus esforços.

Enfim. Apesar de tudo que saiu errado por conta dos”responsáveis”(?) por ela, ficou bonita. Mesmo que algumas coisas sejam irremediáveis. Meu coração partido, por exemplo…

Tive que me empenhar muito mais que o necessário,  caso tivessem trabalhado com a atenção que imaginei que empenhariam…Não, meu bem , não estou falando dos peões, esse é um capítulo a parte…Afinal, você contrata uma empresa e espera o quê?

Pelo menos que conheçam os operários que vão frequentar sua casa!

Mas não foi assim.

Teve sacada com piso que drenava água para o lado errado e que foi quebrada duas vezes…Na terceira, ficou mais ou menos. Menos que mais.

Teve goteira que molhou meu gesso. Teve piso queimado com solta fumegante…Hidrômetro pegando fogo… Teve pedreiro jogando minha ( MINHA!) comida fora.

Teve calha vedada ‘sem querer”, teve tanta coisa errada, que parecia que eu é que estava construindo tudo isso. E o dinheiro, ó…no ralo!

Teve “de um tu-do”. Mas a cereja do bolo…Resolvi abandonar o blog e a coluna quando um ajudante de encanador, que prestava serviços na minha casa, matou (isso mesmo!) um taxista, parceiro de assaltos, no Guamá.

Simplesmente saiu daqui e deu uns tiros no cara que havia trocado “seu berro” por “fumo”.Eu o vi, estarrecida,  dizendo que “não se arrependia”, com sorriso nos lábios e aquele cabelinho cheio de luzes e gel. Arf,

Bem, estou superando mais esse trauma (a obra) que, ao lado do cerimonial contratado para o casamento da minha filha, são os dois maiores sapos que tive que engolir.

E digerir.

Vade retro!

Estou de volta. 

Se eu pudesse sumir – crônica de uma reforma que não acaba.

Não, meu caro, não leia.
Isso é apenas um desabafo, já que não tenho outro ouvido senão esse teclado lambuzado de lágrimas.
Não perca seu tempo. Sou só uma mulher cujos nervos se foram em seis meses de casa cheia de poeira e falta de respeito.
E de quem é a culpa?
É minha, sim senhor. Eu é que inventei de fazer uma cobertura de 6X18m; encasquetei de cobrir a garagem e fazer uma sala confortável onde antes havia um espaço sem uso.
Fui eu, sim!
Jamais imaginei que teria tanto problema e que seria mais fácil fazer uma obra desde o começo, mesmo. Construir uma casa nova!
Se soubesse, tinha mandado fazer um puxadinho, desses de alumínio, cafonas como meus sonhos.
Cafona e antiquado como achar que eu encontraria gente como eu – que respeita os outros, que entrega no prazo , que não entrega menos do que recebeu.

Desculpe os erros, de qualquer forma. São as lágrimas.
Sou mulher, lembra? Mulheres, mesmo as que enfiam a mão no ralo, que lavam carro, que usam furadeira, que matam barata, que carregam mala e peso, que cozinham, lavam e até passam de vez em quando…Que sonham, que capricham, que copiam receitas da televisão, que não têm medo de escuro ou de dormir sozinhas, que passam hidratante, que tentam emagrecer, que pagam contas em dia, que escutam caladas, que suportam varizes, que batem um bolo para o próprio aniversário de casamento…Mesmo que tentem ser o super-homem, são ‘apenas’ mulheres. E mulher vaza de vez em quando. Vaza e chora.

Por isso tudo, desista daqui. Não queira saber o que aconteceu hoje, pois isso é uma conversa desagradável.
É só um desabafo, repito.

É que hoje tive um piti “daqueles”…
Vomitei minha indignação, minha raiva, minha dor. Coloquei para fora tudo que os resquícios de civilidade e boa educação me obrigaram conter durante os últimos seis meses em que fui humilhada, desrespeitada, ignorada por quem eu paguei – muito bem pago, aliás- para cuidar de uma simples obra de reforma.
Simples.
Não consegui mais e gritei todos os putas que pariu que conhecia, todos os palavrões que julgava que iriam me libertar desse grilhão que me sufoca, desse desespero que me acomete todas as vezes em que entro no que foi a minha casa e encontro caixas, poeira e descaso.
Mas não me libertei, mal consigo respirar e então, me dobro à minha fragilidade, me recolho à minha feminilidade e me entrego, finalmente, ao choro. Exausta, ferida, decepcionada, magoada. Indignada.
Como se eu pudesse saltar sobre um alazão de meia-tigela, desembainhar uma espada do He-man e fazer acontecer tudo que não aconteceu em seis longos e extenuantes meses.
A engenharia civil não pode ser isso que eu conheci aqui.
Devem existir empresários mais sérios que esse Pedro da estrutura metálica, que vem atrasando tudo, mandando funcionários arrogantes, que queimam minha casa com solda, que borram tudo com massa plástica e deixam parafusos com cabeça de fora, para que outros subam lá para apertar.
Abandonei tudo para tentar proteger minha casa. Minha casa. O meu ninho, o meu canto, o meu templo.
Deixei coluna, deixei blog, deixei minha vida lá fora.
Mas de nada adiantou.
Pessoas como esse Pedro têm esse poder de entortar, de estragar tudo que tocam – ou mandam alguém tocar. Ele não nos respeita e não respeita quem o contratou para prestar serviços na minha casa.
Tive aqui, em seis meses, todo tipo de dissabor que jamais imaginei enfrentar.
Tive inclusive, bandidos, que durante o dia se faziam passar por operários. Um deles matou um homem – um falso taxista que era comparsa – depois que largou a obra. Imagine ver na televisão, sorrindo, dizendo que não se arrepende, o rapaz que fazia as vezes de encanador na sua casa! Eu vi.
Eu passei por isso.
Como contratei? Não contratei. Para fazer tudo certinho, contratei uma empresa que me mandou os operários.E eu, idiota, achei que todos eram contratados, carteira assinada e atestado de bons atencedentes.
Me disseram que “não funciona assim”.
Pois é.
Alguns era quase bons; a maioria, nem tanto.
Fui tola, acreditei que tratando bem, eles trabalhariam bem.
Paguei em dia, tudo certinho. Cozinhei, arrumei pratos com cuidado.
Minha comida era “fraca”, queriam cozidão, rabada e panelada. Dei vale refeição.
Comprei o melhor material.
Jogaram fora, desperdiçaram tudo.
E agora, um vem me dizer que a queda do pátio está ao contrário.
Que vão quebrar tudo de novo. Mais porcelanato, mais argamassa, mais dinheiro, mais tempo, mais saúde, mais falta de respeito, mais desespero; Senhor, eu não mereço isso.
Mas é assim.
A gente tenta ser “legal”e só se ferra. E eu cansei.
Nem meu vômito, nem meus putas que pariu mil vezes, me aliviam dessa dor enorme no peito, dessa vontade de agredir o primeiro que debochadamente me diz que isso acontece. Acontece na casa da sua mãe, seu infeliz!
Não me digam que estou nervosa.
Eu estou furiosa.
Puta da vida.
Não me digam que é preciso ter calma, que calma não adiantou nada.
A não ser esse enorme arrependimento por ter envolvido minha família nessa trip sem retorno, nessa enorme rou-ba-da.

Devo merecer tudo isso. Afinal, dizem que na vida, tudo é merecimento.

Se eu pudesse sumir, me enfiar num buraco para chorar em paz em vez de gritar como gritei, seria melhor.
Mas não posso.
Não tenho como, nem pra onde.

É tomar um banho e ir comprar o material. O mesmo. Pela terceira vez.
Enquanto no fundo, no fundo, praguejo para que todos caiam, durinhos.
E me dano a chorar…

Mais da minha linda avó.

Só tem saudade quem foi feliz!

Nossa fazenda, na Ilha do Marajó. Foi "roubada" - é esse mesmo o caso - por um parente, que coisa. Mas ele acabou na miséria, Deus é pai!

Esmeraldina e Delmar, meus avós, com amigos.

Da minha irmã…sobre nossa avó de cabelos azuis!

Linda!

Vovó e filhos. Tia Celita, Mamãe, Tio Luís e a ama. Tio Antônio, o mais velho, não aparece.

Vovó Esmeraldina com o filho caçula, Luis Guilherme.

Relembrar nossa infância e adolescência na companhia da Avó Esmeraldina,é uma delícia!
Não era a avó clichê da época, muito pelo contrário! Só nós tinhamos uma avó de cabelos azuis! Que nos acompanhava nas festinhas,feliz da vida!
Acho que no fim se divertia bem mais que nós…
Do mundo mágico que achávamos durante nossas “pesquisas” em seu guarda roupas, saíam “biscoitinhos paciencia” sabor cheiro do Pará, bombons derretidos da loja “4 e 400″(isso vai revelar nossa idade!) Que alquimia!
E o banho de São João? O melhor”picadinho com farofa”comíamos na casa dela. É Avó,a senhora continua a melhor do mundo!Mesmo passados tantos anos…saudades, muitas saudades… (Márcia Cascaes Zuiani, minha irmã.)

Nas fotos, a elegância da minha avó, que faleceu tão cêdo!

Estou lendo…

Vivendo em Voz Alta – Miguel Falabela, Lua de Papel.

Minha filha, que me conhece muito bem, deu-me o livro como presente do Dia da Mães. A-do-rei.
Falabela nasceu para contar “causos”, para escrever crônicas (e peças e tudo o mais), é mestre desse gênero que vai ganhando admiradores e que só quem tem “timing” consegue escrever com sucesso. A crônica de Miguel é sensível, tem toques de cor e humor. Sente-se cheiros de um passado alheio que é resgatado em momentos especiais.
Adoro o livro e me apaixono por esse louro que de “mau” não tem nada. Adoraria conviver com ele, assistir como vive quem tão bem joga com as palavras e coisas da vida.
Adoro o Miguel, de coração.

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