Síndico…

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Poxa, Tucuruvi!

Domingão, e você resolve tirar uma folga. Vamos pedir um churrasco?

Pareceu-me boa ideia. Em Belém, duas churrascarias dividem o mercado do delivery.

Ambas são ruins, acredite. Uma, manda uma infinidade de itens, comida “de carregação”, para quem quer “encher o bucho”.

Imagina, mandam dois tipos de arroz…Um horror, vem tudo meio amassado, batatas murchas e tals.

Pedi da outra, de onde tenho sido cliente há mais de 15 anos, por pura falta de opção – e porque sou trouxa, mesmo!

Gosto da embalagem e do atendimento (para fazer o pedido) e só. Invariavelmente mandam o que você não pediu.

Fico pensando que,  se é tão difícil personalizar o atendimento, por que cargas d’ água perguntam se você quer “frango-carne-calabresa”ou se quer substituir um item… Se é difícil, não oferecessem. E informassem que é aquilo e pronto.

Hoje pedi o de sempre: só carne (ao ponto, segundo corte), avisei que não era para mandar a crosta torrada… E no lugar do arroz, batata frita .

Veio tudo diferente, mais uma vez!

Veio o frango e a maldita calabresa, veio arroz em vez da batata. E a carne…Bem, confiram aí embaixo:

Parecia um torrão, duro, seco , amargo. Uma droga.

A moca (sempre educada) me disse que não tem culpa, que os “meninos da expedição, às vezes, não ligam para o que ela anota…”

Que lástima.

Depois tem quem ache que um mimo – desconto ou churrasco grátis – resolve. Não quero nada de graça! Só queria que me respeitassem como cliente da casa. Ou ex.

O caso é que não se importam se você vai deixar de comprar. Isso é tão “Belém”…

Se isso, para a Tucuruvy é ao ponto, imaginem o bem passado! E olha que pedi o segundo corte…

Esses pedaços vieram assim…Parecem restos, torrados.

A Caixa Econômica não respeita o cliente.

Na Agência Marco, a Lei da Fila é potoca.

Estive lá e mais uma vez a espera foi enorme. Procurei gerente e nada !

Falei alto e um senhor mandou uma funcionária que estava no serviço interno, vir atender…

Um desrespeito…Mas a gente merece: NINGUÉM reclamou, só eu!

Veja a senha.

Caixa Econômica : o banco (?) que resrespeita o cliente!

Tira! Tira! Tira! (Fala sério!)

O advogado de Mônica Pinto é um gênio. Ou a própria é que é a mente privilegiada, enfim.

Como sabe que é bonita, tem aparecido sempre com modelitos “over”, maquiadérrrrrriiiiima,

óculos imensos, bolsas de fazer qualquer mortal pensar em…Não, roubar, não , né?

E agora, onde a gente chega , o assunto é um só: Mônica deveria tirar a roupa e sair candidata a vereadora.

Calma, gente, calma. Uma coisa depois da outra. Nessa ordem: primeiro poderia posar mais à vontade…

Isso mesmo. Pergunte ao seu marido se ele não compraria. Seja franca…Você está acostumada a ver mulher feia envolvida em fraudes, acha que todas deveriam ser parecidas com a horrorosa Jorgina INSS. (Mas viu que bem lhe fez a grana? Viu como era antes? ) E vai me dizer que não compria uma revista para conferir se a Mônica está bem na foto, por baixo daqueles três quilos de maquiagem? Então tá, me engana, que eu gosto.

Toda vez que alguém fala na bandalheira, sempre faz uma ressalva…”E uma moça tão bonita…” Como se desonestos fossem, sempre, feios…

Digamos que não seja um nome de apelo nacional, mas a fogueteira ( alguém lembra o nome?) não mostrou as partes pudendas na  melhor revista de mulher pelada? Então?

A caminhoneira (é assim que se diz?) também não faturou algum? E a sem terra? Então? Ninguém lembra quem eram, mas das fotos…

Pois é, alguém dê o recado à  Musa da Fraude (não foi assim que a chamaram, na Carta Capital?). Basta contratar aí um empresário (toda artista tem, ela merece ter, é sério) para fazer contatos e já ir começando uma dietazinha, colocar uns silicones, ou retocar alguma coisa com uma lipo, só para garantir. (Não , você  não está gorda, mas faz parte do ritual). Caso as revistas do sul não se interessem, tem que existir uma publicação regional que reconheça o potencial que ela tem para atrair os flashes. Francamente,  estava no ramo errado, poderia estar na Globo, fácil.

As fotos poderiam ser ambientadas na Assembléia. Viu aquele poeta pelado no museu do padre? Pois é, tudo a ver.

Caso os nobres parlamentes achem que assim já é bandalheira demais, é só montar um cenário parecido, uma mesa com quilômetros de folhas de pagamentos, alguns dólares saindo de gavetas, vales alimentação de outra, pizzas ou quentinhas…  Algo que lembre bem o clima. Vários telefones celulares pelos cantos e, brechando a cena, alguns “parlamentares” (sósias, claro) gulosos… Um tem que ter olhos verdes esbugalhados, meu bem, o outro deve ser a cara do Jeca Tatu, por aí.

Uma foto poderia ser inspirada na Vênus de Botticelli, em vez de cabelos, um contracheque para resguardar a intimidade. Legal, né?

Só para evitar confusão, vou logo avisando que as imagens desse post são montagens grosseiras, encontradas na internet,( a madame é celebridade!) – fosse a própria, seria melhor – inclusive os modelitos. Portanto, nada de me processar, afinal, não tenho como conseguir um empréstimo para gastar com isso.

Bem…

Imaginem só :  Musa da Fraude abre o verbo e a blusa! Extra, extra… Vejam a Musa da Fraude só com os óculos escuros!

Extra, extra!

 Meu bem, venderia mais que tacacá em porta de escola!

(Verdade seja dita…Deve ter muito “nobre parlamentar” assim, ó, sem passar agulha…Se ela abre o bico cheio de gloss,

acaba não só o empregão: o casamento ó, ba-bau!)

Quem investir vai faturar e ela, de quebra, pode ganhar muito mais sem fazer empréstimo, que é coisa de pobre como eu.

Depois, candidatíssima a vereadora, poderia fazer sua propaganda com um texto mais ou menos assim:

“Vote em mim, você sabe que tenho experiência e que prefeito para me passar a perna…Só se eu deixar!”

“Vote em mim, a folha de pagamento nunca mais será a mesma.”

Gente, doméstica por doméstica, pelo menos ela é muito mais bonita que a Vanessa. E o cabelo…Quanta diferença!

Diz só pra gente: Qual é a cor dessa tinta, amiga?

(Fala sério!)

Imagens: montagens

 montagem de maiô  www.professorcavalcante.wordpress.com)

Pior ainda!

A paraense Cia Paulista de Pizza esclareceu à Perereca da Vizinha que não vende pizza para a Alepa. Entrega refeições diariamente, por R$12,44  cada,  às pessoas indicadas numa lista, autorizada.

Afinal, eles já não recebiam os famigerados vales alimentação?

A empresa – que na nota reitera sua lisura e a dedicação de funcionários- foi vencedora de licitação para fornecer refeições. Claro que os funcionários – da pizzaria- não têm nada a ver com isso, mas trabalhar bem, fornecer bons serviços é exigência de mercado, ou oubrigação, mesmo – ou não?

Bem, talvez não tenha ficado claro que o que se contesta é a  legalidade da compra , pois parece que quem recebe tíquete alimentação deveria usá-los para pagar a sua própria refeição – na Cia Paulista, inclusive. É estranho, soa leviano alguém receber esse benefício e ainda ter o rango pago pela Alepa, é iso. Nada conta quem quer se seja .

OK. Ninguém acusa a pizzaria de falcatrua, mas que tem algo podre no reino do legislativo, ah, tem sim, senhor!

O Ministério Público precisa esclarecer quem recebeu cada uma dessas 12. 331 refeiçoes em 60 dias!!!. É dinheiro -seu, meu, nosso- que eles torram nessas coisas escusas.

Pergunta que não quer calar : Alguém vai devolver alguma coisa dessa roubalheira comprovada?

Chega de bandalheira, o negócio é deixar tudo às claras. Temos esse direito.

Pode ver a nota na Perereca: http://pererecadavizinha.blogspot.com/

Brasil…mostra a tua cara!

Matéria publicada em   http://andrebarcinski.folha.blog.uol.com.br/ enviada por um amigo e que transcrevo para vocês

Local: uma padaria “de luxo”, das mais caras da cidade de São Paulo. Um misto quente custa o preço de um almoço no Centro.

 Estou na fila para pagar. Na minha frente, há uma velhinha miúda, de uns 80 anos, acompanhado de um casal de cerca de 50 anos. Os três estão bem vestidos. Parecem estar voltando de uma peça de teatro ou coisa parecida.

 A velhinha entrega o cartão de comanda para a menina do caixa: “Está zerada a comanda, pode passar, senhora!”

 Um funcionário da loja se aproxima da velhinha. Ele fala em voz baixa: “Minha senhora, é a terceira vez em dez dias que a senhora dá o mesmo golpe…”

 A velhinha parece não entender o que se passa.

 O funcionário mostra uma comanda para ela. “A senhora pegou duas comandas, usou uma, e jogou a comanda usada na lata de lixo. É a terceira vez que eu vejo a senhora fazendo isso em pouco mais de uma semana.”

 A velhinha esboça um protesto: “Eu não sei o que o senhor está falando…”

 O funcionário diz, sem perder a calma: “A senhora tem duas opções: ou paga o que tem nessa comanda, ou eu chamo a viatura e a gente vai pra delegacia assistir ao vídeo do circuito interno”.

 A velhinha, sem dizer nada, pega a comanda e paga a conta: mais de 60 reais. O casal acompanha tudo, calado. Os três saem da padaria.

 No estacionamento, vejo a mulher discutindo com a velhinha. “Eu te disse, mãe! Você é muito burra! Não te disse que aquele sujeito já tinha sacado?”

 O trio entra num carro. Preço de tabela do carro: mais de 100 mil reais.

 Voltei à padaria e procurei o funcionário. Contei que a família toda estava na jogada.

 “Ah, eu sei, esses três aí dão esse golpe há um tempão”, respondeu. “Cada dia é um que esconde a comanda!”

 Mas então por que vocês deixam esses safados entrarem na padaria?

 “Por que senão eles processam a gente por constrangimento público. Hoje eu dei sorte que a velha jogou a comanda numa lata de lixo bem na frente da câmera. Geralmente eles jogam a comanda no lixo do banheiro, onde a gente não pode pôr câmera”.

 Definitivamente, o Brasil não é para amadores. (http://andrebarcinski.folha.blog.uol.com.br/)

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