>Já é Natal, de novo!

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Amanhã é Natal!
Tempo de desejar felicidade, saúde; prosperidade.
Tempo de pedir desculpas, de esquecer velhas inimizades, encrencas tolas que se tornaram correntes.
Amanhã é Natal.
Eu deveria procurar todos os que não fiz o menor esforço para encontrar durante esse e outros anos.
Quem sabe oferecer um cartão, um vinho quase raro ou um belo e comum pão de frutas, com um lembrete de que amizades devem resistir a tudo isso, inclusive ao parentesco?
Será que resistem ao pouco caso? Ah, é tanta coisa para tão pouco tempo.
Sempre existe um presente faltando; nem sei pra que temos tanto trabalho para entregar o pacote escusando-se, pois é sempre “só uma lembrancinha”, ano após ano. Lembrança não admite diminutivo, é plena e impagável.
Tão pouco tempo…Fritar as rabanadas que passarão uns dias na geladeira, cobertas por papel alumínio, ao lado de tantos potinhos com monte de coisas que jamais apreciei; afinal, porque compro tâmaras secas e aquelas coisas que nem consigo mastigar? Damasco…Desde quando como damasco, assim, “a seco”? Ah, não tive tempo para tanta coisa que gostaria de ter feito e ainda vou ter que atender telefone, enquanto suo em bicas tirando e colocando o bacalhau mais um pouquinho no forno. Mas estou excitadíssima, amanhã é Natal; já conferi mil vezes aquela listinha que só faz crescer e sempre falta alguém.
Na verdade, já entreguei quase tudo, no dia, ufa!, estarei cansada demais.
E então, ho,ho,ho,ho; todos teremos um Feliz Natal, amém, Senhor.
Como queria que esses votos se transformassem em realidade, como queria mais uma confraternização, mas cadê tempo?
Depois de amanhã, a vida segue igual; e do Natal só sobrarão papéis espalhados pela casa e algumas rabanadas na geladeira.

FOTO: Francisco M S Botelho www.img.olhares.com/data/big/46/463026.jpg

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>O CAFÉ. Carpe Diem

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Recebi este texto por e-mail e achei interessante publicá-lo.

SABOREIE SEU CAFÉ!!

Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade.

Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo.

Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras – de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; dizendo a todos para se servirem.

Quando todos os estudantes estavam de xícaras em punho, o professor disse:”Se vocês repararem, pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é a fonte dos seus problemas e estresse.

Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumasvezes, até ocultam o que estamos bebendo. O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras… e então ficaram todos de olho nas xícaras uns dos outros.

Agora pensem nisso:”A Vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras. Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida… E o tipo de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de Vida que vivemos.

Às vezes, ao concentrarmo-nos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que Deus nos deu.

“Deus coa o café, não as xícaras…Saboreie o seu café!!!!!